Um surto de hantavirose registrado em um navio de cruzeiro trouxe novamente a doença para o centro das atenções. A linhagem identificada foi a Andes, capaz de transmissão entre pessoas em ambientes confinados, o que difere da forma encontrada no Brasil.

Em Santa Catarina, os casos são esporádicos e ocorrem pelo contato com excretas de roedores silvestres em áreas rurais, sem risco de disseminação em larga escala. Nos últimos seis anos, o estado contabilizou cerca de 90 casos, e em 2026 já houve um paciente confirmado que evoluiu para cura.

Os sintomas iniciais incluem febre, dor no corpo e dor de cabeça, podendo evoluir para insuficiência respiratória e cardíaca. Autoridades de saúde reforçam que, apesar da gravidade, não há transmissão pessoa a pessoa nos casos brasileiros, o que reduz o risco de surtos urbanos.