As deep fakes — vídeos e áudios manipulados com inteligência artificial — já chegaram às salas de aula brasileiras e se tornaram tema central na educação digital. Professores buscam conscientizar os alunos sobre os riscos da tecnologia sem demonizá-la, mostrando que o uso responsável é essencial para evitar danos.
Em uma atividade recente, uma estudante foi surpreendida ao ver uma versão falsa de si mesma em vídeo, exemplo que ilustra o poder de manipulação dessas ferramentas. Pesquisas apontam que 72% dos brasileiros consomem informações diariamente pelas redes sociais e 41% já têm contato frequente com deep fakes, o que amplia o risco de desinformação.
Especialistas alertam que, em períodos eleitorais, o impacto pode ser ainda mais grave, já que conteúdos falsos se espalham em segundos e enganam até olhos treinados. A recomendação é simples: dar tempo para refletir antes de compartilhar e verificar a origem das informações.
A mensagem final é clara: não compartilhar já é uma forma poderosa de combater a desinformação.
