Com a chegada do verão, a presença de insetos se torna mais evidente em todo o país. O aumento das temperaturas e a maior umidade criam condições ideais para a reprodução desses animais de sangue frio, acelerando seu metabolismo e favorecendo sua proliferação.
Mosquitos como o Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, encontram na água parada o ambiente perfeito para depositar seus ovos. Além disso, a maior disponibilidade de matéria orgânica serve de alimento, impulsionando o crescimento populacional de diversas espécies.
Especialistas alertam para a importância de medidas preventivas simples, como manter quintais limpos, eliminar recipientes que acumulem água, usar telas em janelas e aplicar repelentes. Em casos de infestação, o controle especializado é recomendado.
Apesar dos incômodos, nem todos os insetos são considerados pragas. Muitos desempenham papéis fundamentais no equilíbrio ecológico, como a polinização de plantas. O desafio está em reduzir os riscos à saúde sem comprometer a biodiversidade.
