Passar horas sentado, mesmo sem estar acima do peso, pode representar riscos à saúde. A mensagem foi reforçada em reportagem que destaca que o sedentarismo não está relacionado apenas à aparência física ou ao índice da balança, mas principalmente à falta de movimento no dia a dia.
Especialistas alertam que uma pessoa magra também pode ser considerada sedentária se permanecer grande parte do tempo parada e não realizar atividades físicas regulares. Por outro lado, indivíduos com sobrepeso podem apresentar hábitos mais ativos e obter benefícios para a saúde.
Segundo a reportagem, a adoção de tecnologias e o aumento do tempo em frente às telas contribuíram para a redução dos níveis de atividade física, especialmente após a pandemia.
A recomendação é incorporar movimentos à rotina diária, mesmo sem a prática formal de exercícios físicos. Ações simples, como caminhar para realizar tarefas, utilizar escadas e optar pela bicicleta em trajetos curtos, ajudam a combater o comportamento sedentário.
A matéria também destaca que a meta de 10 mil passos por dia pode servir como referência, mas benefícios à saúde já podem ser alcançados com metas menores de movimentação.
A principal orientação é encarar a atividade física como uma ferramenta de promoção da saúde e da qualidade de vida. A manutenção de hábitos mais ativos contribui para o bem-estar, a autonomia e a prevenção de doenças ao longo dos anos.
