O consumo de açúcar no desempenho esportivo não é tão simples quanto parece. O professor Emanuel explica que o impacto depende da intensidade e duração da atividade física. Em exercícios curtos, o corpo já possui reservas suficientes de glicose; em treinos prolongados, o açúcar pode ser um reforço energético importante.

Ele alerta, porém, para a diferença entre tipos de açúcar: os naturais, presentes em frutas e batata doce, são mais recomendados, enquanto o refinado, se consumido em excesso, pode levar ao acúmulo de gordura e resistência à insulina. O equilíbrio, segundo o especialista, é a chave para que o açúcar seja um aliado e não um inimigo na prática esportiva.