Dois casos de hantavirose foram confirmados no Paraná, enquanto outros 11 seguem em investigação. A doença, transmitida por roedores silvestres, preocupa autoridades de saúde pela alta taxa de mortalidade e rápida evolução dos sintomas.
Segundo o médico infectologista Pedro Muller, a contaminação ocorre principalmente pela inalação de partículas de urina e fezes secas desses animais. Os sintomas iniciais incluem febre alta, dores musculares intensas e tosse seca, podendo evoluir para falta de ar e choque sistêmico.
A prevenção é considerada essencial: evitar levantar poeira em locais fechados, usar máscara durante limpezas e umedecer superfícies em vez de varrer são medidas recomendadas. Como não há vacina ou tratamento específico, o diagnóstico precoce e o suporte hospitalar são fundamentais para reduzir os riscos.
