Acadêmicos do sétimo período de Educação Física da UGV apresentaram um trabalho que discute os limites da inteligência artificial na prescrição de treinos. O vídeo, publicado no YouTube, mostra comparações entre programas gerados por IA e planos elaborados por profissionais da área.

Segundo os estudantes, embora a tecnologia ofereça praticidade e acesso rápido a sugestões de exercícios, ela não consegue substituir a experiência prática, o conhecimento técnico e a capacidade de adaptação que um educador físico proporciona. A personalização, a segurança e a eficácia dos treinos dependem da análise individual de cada aluno, algo que a IA ainda não alcança plenamente.

O conteúdo reforça a importância da orientação profissional para evitar lesões e garantir resultados consistentes. A iniciativa também abre espaço para o debate sobre como a tecnologia pode ser usada como ferramenta complementar, sem perder de vista o papel essencial do educador físico.