Nem todo produto com aparência de chocolate vendido no Brasil pode ser chamado assim. A legislação atual exige que o alimento tenha ao menos 25% de sólidos de cacau (20% no caso do branco) para receber essa denominação. Porém, muitos fabricantes substituem parte do cacau por gordura vegetal, açúcar e aromatizantes, comercializando produtos como “sabor chocolate”.
Essas versões, além de menos nutritivas, podem trazer riscos à saúde. Para enfrentar o problema, tramita no Senado um projeto de lei que pretende elevar o percentual mínimo de cacau para 35% e obrigar que essa informação esteja claramente indicada nas embalagens.
Especialistas orientam os consumidores a verificar os rótulos: o cacau deve aparecer entre os primeiros ingredientes listados. A medida busca garantir mais transparência e qualidade para quem compra e consome chocolate no país.
