A automedicação continua sendo uma prática comum no Brasil, mas especialistas reforçam que ela pode trazer sérios prejuízos à saúde. A professora Silmara destacou os perigos do uso indiscriminado de vitaminas e anti-inflamatórios, substâncias frequentemente consumidas por atletas e pessoas em busca de desempenho físico.
Segundo a docente, o excesso de vitaminas pode provocar hipervitaminose, com danos hepáticos e gastrointestinais. Já o uso de anti-inflamatórios sem orientação médica não melhora o rendimento esportivo, apenas mascara dores, além de aumentar o risco de problemas gástricos e de coagulação.
Ela lembra que o Brasil figura entre os países com maiores índices de automedicação, e que o consumo irresponsável de medicamentos de venda livre representa uma ameaça significativa à saúde pública. “Qualquer suplementação ou tratamento deve ser acompanhado por profissionais de saúde”, reforça.
O alerta é especialmente direcionado a atletas e praticantes de atividades físicas, que muitas vezes recorrem a essas substâncias sem avaliação adequada. A mensagem central é clara: buscar orientação médica é essencial para evitar que a busca por resultados rápidos se transforme em sérios problemas de saúde.
