Em diversas instituições de ensino, o combate ao bullying e ao cyberbullying tem ganhado força com novas estratégias de prevenção e conscientização. Professores e alunos do ensino fundamental participam de atividades que estimulam empatia, respeito e convivência saudável, tanto no ambiente escolar quanto nas interações digitais.
Uma escola em São Bernardo do Campo, por exemplo, implantou uma plataforma de denúncias anônimas para que estudantes e responsáveis possam relatar casos de agressão ou intimidação. A iniciativa busca dar voz às vítimas e reduzir o medo de represálias.
Dados da ONU revelam que dois terços das crianças em todo o mundo já sofreram algum tipo de cyberbullying, e metade delas não sabe como buscar apoio adequado. O avanço da inteligência artificial, que facilita a disseminação de conteúdos falsos e ofensivos, tornou o problema ainda mais complexo.
No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente ganhou uma versão digital que amplia a responsabilização de agressores e plataformas. Especialistas reforçam que o papel das famílias é essencial: acompanhar mudanças de comportamento, orientar sobre uso seguro da internet e promover educação digital desde cedo.
As medidas mostram que o enfrentamento ao bullying exige união entre escolas, famílias e sociedade, com foco na construção de ambientes mais seguros e acolhedores para as crianças.
