Uma família de Paula Freitas, no sul do Paraná, busca respostas após a morte da bebê Raíssa, que nasceu prematura em 1º de janeiro de 2025, com apenas 24 semanas de gestação, e faleceu dez dias depois. Os pais afirmam que exames do pré-natal indicavam a presença de uma bactéria que não teria sido tratada, o que pode ter contribuído para o parto antecipado e as complicações que levaram ao óbito.

A mãe relata ter seguido todas as orientações médicas e mantido uma rotina saudável durante a gravidez. O caso foi registrado em boletim de ocorrência e está sendo investigado pela polícia, que solicitou prontuários médicos e contará com apoio do Conselho Regional de Medicina e do Instituto Médico-Legal.

A família também acionou apoio jurídico e pede rigor na apuração, levantando suspeitas de negligência médica. Até o momento, a prefeitura não se manifestou sobre o caso.