No dia 26 de janeiro é celebrado o Dia Nacional da Gula, uma data que vai além da brincadeira sobre exageros à mesa e traz um importante alerta sobre os impactos dos excessos na saúde física e mental.

O nutricionista Guilherme Augusto explica que a ocasião deve ser vista como uma oportunidade de reflexão sobre os transtornos alimentares e a diferença entre fome fisiológica e fome emocional. Enquanto a primeira é uma necessidade natural do corpo, a segunda está ligada a sentimentos como ansiedade, tristeza ou até alegria.

Segundo o especialista, identificar a origem da fome é essencial para evitar que a comida se torne um mecanismo de compensação emocional. “Muitas pessoas recorrem à alimentação em momentos de ansiedade ou tristeza, mas é preciso perceber se realmente há necessidade fisiológica”, afirma.

O acompanhamento de profissionais de saúde, como psicólogos e nutricionistas, é apontado como fundamental para ajudar na distinção entre os tipos de fome e no desenvolvimento de estratégias para lidar melhor com as emoções.

Assim, o Dia da Gula se transforma em um convite à conscientização: mais do que “meter o pé na jaca”, é hora de refletir sobre hábitos alimentares e buscar equilíbrio para uma vida mais saudável.